Calculadora gratuita · Ano-calendário 2026
O PGBL permite deduzir até 12% da renda bruta tributável anual da base do IRPF — o que pode devolver até 27,5% do aporte na restituição. Preencha seus dados e compare os cenários. Nada é enviado nem armazenado: o cálculo roda no seu navegador.
| Cenário | Base de cálculo | Redutor (Lei 15.270) | Imposto devido | vs. retido |
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Tabela do ano-calendário 2026 (declaração 2027) · atualizado em agosto/2026
O aporte em PGBL reduz a base de cálculo do IRPF, limitado a 12% da renda bruta tributável anual — desde que você declare no modelo completo e contribua para o INSS ou RPPS. A economia equivale ao aporte multiplicado pela sua alíquota marginal (máximo de 27,5%), o que significa um benefício de até ~3,3% da renda bruta anual.
A simulação usa a tabela progressiva anual vigente (isenção de R$ 29.145,60 e parcelas a deduzir até R$ 10.904,66), o desconto simplificado de 20% limitado a R$ 16.754,34 e o redutor da Lei nº 15.270/2025, que desde janeiro de 2026 zera o imposto de quem tem rendimentos tributáveis até R$ 60.000/ano e reduz parcialmente até R$ 88.200/ano. Não considera carnê-leão, ganho de capital, rendimentos de tributação exclusiva nem a tributação mínima de altas rendas (acima de R$ 600 mil/ano).
Atenção ao diferimento: o imposto que você deixa de pagar hoje será cobrado no resgate do PGBL, sobre o valor total (aporte + rendimentos). A estratégia costuma compensar com a tabela regressiva e prazo superior a 10 anos, quando a alíquota no resgate cai para 10%.
Pode, mas o que passar de 12% da renda bruta tributável não gera dedução no IRPF — e ainda assim será tributado no resgate. Para o excedente, o VGBL costuma ser mais adequado, pois no resgate o IR incide só sobre os rendimentos, não sobre o total.
Não. A dedução do PGBL só existe no modelo completo. No simplificado, o desconto padrão de 20% substitui todas as deduções. A calculadora compara os dois modelos automaticamente e mostra qual vence no seu caso.
Provavelmente não pelo benefício fiscal: com rendimentos tributáveis até R$ 60.000/ano, a Lei nº 15.270/2025 já zera seu imposto — então não há o que abater. O PGBL ainda pode fazer sentido como previdência de longo prazo, mas não pela economia de IR.
Quer uma análise personalizada do seu caso? A simulação é um ótimo começo, mas cada situação tem particularidades — outras deduções, previdência corporativa, momento de vida. Fale comigo pelo WhatsApp ou comece pelo Diagnóstico Financeiro Rápido.
Aviso: ferramenta educacional de apoio à decisão; não constitui recomendação de investimento nos termos da regulação da CVM. Rentabilidade passada não garante rentabilidade futura. Confirme valores, regras e tributação com a Receita Federal e a instituição antes de investir.